segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Ao ponto A

 debora
Às noites vêem
Eu sem ninguém
É com meu pensamento
Fosse até você falar de amor

Quando penso que está bem aqui
Na minha frente
É triste só vejo gente a passar
Por loucas estradas do absurdo
Desse imundo mundo

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