quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
082/07-05/04/2007 QUANDO EU VI A REALIDADE
Preguei-me a te
Como uma cola maluca.
Sentimentos minaram
O todo meu ser de viver
De principio todo ciúme
Tinha tocado o meu mundo.
Percebi que era costume
Porque sempre queria o tudo!
Ouvi a voz da razão
Será um pouco preço
Viver de compaixão
Afeto e adereço.
Moldar o imoldável
Será um sacrifício.
Tudo que sempre é móvel
Com a arte do ofício.
Tentar sempre
081/07-05/04/2007 - Seguindo um caminho (bem ou mal)
Quanto mais se reza
Mais demônios aparecem.
Expulsamos com prece
Adormecendo no interior
De cada pessoa curada
Dizendo que acreditou!
Na verdade te digo
Quando chegar o dia
Na luta se manifestará
Com você meu comigo
Dizendo que outro inimigo
Volta a nos destruir!
Não!
Será sempre o mesmo
Eles sempre retornarão
A prejudicar e matar
As mentes fracas
080/07-05/04/2007 - Inocentes aos criminosos
Nos lugares que sempre te vejo
Ela sempre estar lá
A violência e o crime
A todos eles perseguirá
Abuso de autoridade
Marginais dos pais e filhos
Como se tudo há conserto
Um pouco de pancada
079/07-04/04/2007 - Precisamos plantar o amor
As portas que me trancam
Não são feitas de madeira
Nem tão pouco de ferro
Ou de outra maneira!
Elas são as invisíveis
De sentimentos a falados!
Indivisíveis e divisíveis
078/07-04/04/2007 - Procure não brigar
As folhas que caíram
Nasceram novas em seu lugar.
O amor que eu tinha
Procurarei outras para ocupar.
Sentimentos vão
Outras nascerão.
Toda paixão
O ato provará.
Perder é o mesmo que ganhar.
Assim como os bons elogios.
As piores são más
No fato do ato provará.
Uma briga ou intriga
Entre séculos não cessará!
Por isso sempre te digo
Provocar discussão
Meu grande amigo
Não tem perdão
077/07-04/04/07 - Pessoas esmolas pedindo
Outro dia em prantos e lágrimas
Vi na tela da TV
Pessoas passando por indigentes
Enganando as outros
Só para com isso sobreviver.
Uns falam que é necessidade
Outros: não é mau costume!
Lembrando na fraternidade
076/07-04/04/07- Morada dos pecadores
Fuja sempre da rotina
Dessas lembranças que antes
Estar na vida desconhecida.
De cada um o seu papel
Demasiadamente infinita!
Uns contemplam o céu
Outros no inferno
Joga as suas vidas!
O sofrimento estar bem aqui.
Pagaremos aos pecadores os seus carmas
No limiar da despedida!
Uns têm muito e outros têm nada
E entraram no reino do céu!
Aleluia!
Amém, também!
Zombaram sempre há séculos!
Pobres homens malucos
Que Deus feito e descoberto!
Cairão ao solo
Morarão dentro da escuridão
Para o deserto!
075/07-03/04/07- :Retornei a minha realidade (efeito das drogas)
Mergulhei na face da morte
Nela continha tristeza.
Vento sul arrasta para o norte
Tudo do solo
Que era firmeza!
As pessoas são cruéis
O meu cruel era brando
Em comparação aos infiéis
Que vivem como bando.
Atropelaram a moralidade
Do ser humano bom!
Imaginaram a imoralidade
Como mais alto som!
Tentei fechar os ouvidos.
Permaneceu bem longe
Os sons sofridos!
Fechar os olhos
Que me cabe
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