quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
O ANO DE 1981
Estava ressurgindo uma nova maneira de olhar o que eu via sobre o mundo. Tentei escrever bem dentro de minha alma tudo, ou quase tudo, mas o importante era que a cada poesia revela algo comum de tratar ao meu redor tudo.
História da heroína
Lembre-se do passado
Mas, não fale mal falado
Não fale que perdeu
Que tudo isso já morreu
Não contemos as tristezas
Que hoje existem bastante
Conte e que conte
Para essa gente
Não se tira do certo o errado
Nem se chora rindo
Do que temos
É essa tal liberdade
Maldita heroína
Que se lembra dos restos
Pobre pequena heroína
Agora vive com os ratos
Ela queria apenas
Um lugar de paz
Mas, não teria e nem traz
E nem dele se satisfaz
E vai aprendendo a esquecer
Porque não se pode suceder
E quer mudar toda história Da verdade dessa cidade
Que consegue ficar na verdade
Por baixo da mentira
Essa tal tira
Que tira
Contra tudo do amor

Quando eu pensar
Ao menos querer
Sentir esse mesmo amor
Talvez me falte mais coragem
Para te enfrentar como é tu
Sinto de ser para cada pessoa
Poder virar um mundo radiante
Como virar raio de luz
Para te iluminar
Quero ser a lua nova
Sempre a clarear
Vivo com esse sonho
Com o meu e teu te apanho
Nas garras minhas
Virar-te contra o mundo
Para poder viver
Ficando assim as consciências
Passado
Se algo é tão ruim
Que me trai que dói
As tristezas minhas
É viver na solidão
De saudade por te
Trago comigo
E às vezes estou só
Pensando como voltar
E novamente poder te amar
Imagem Nº02
Mande-me uma imagem
Do que eu possa viajar
Nas figuras das miragens
De cavernas penetrarem
Á um mundo colonizar
Amar, vibrar de alforria
E colocar meus olhos
A brilharem de alegria

Os homens
Entre vidas que me cercam
Só me traz um pensamento
De uma louca cidade
De um grande acidente
Quase pura ilusão
Quando chega feito um homem
Ou um furacão querendo dominar
O tudo tem jeito
Eles dizem
É um absurdo, mas, existe
É isso ai
São os homens os reis
Meus olhos da paixão
Palavras do Mundo real”

Minha querida, meu amor
Teus olhos brilham como a lua
Tua boca na minha
Com palavras de amor
Cheirando a pele
Como flor da madrugada
Ver você correr no campo aberto
Cantando e gritando essa canção
Da vida de amor palavras
Do meu mundo universal
Que é esse amor real
Led
Ó minha querida Led
Por que faria tudo isso?
Não ver que não é nada disso?
Ver como dói esse coração!
Led das minhas maravilhas
De sonhos de amor e beijos
Na mente sonha com uma ilha
De poder viver com os desejos!
Led querida para sempre!
Que te fiz para nosso amor!
Que devo a mim para você?
Diga que ainda me ama!
O Wellesley
O Wellesley foi ver tudo
Nem sei o que aconteceu
As frases foram roubadas
Por apenas outras melhores
De tudo por todos
Viraram canções de amor
Paixões...
O Número 2
Quando eu canto
Não repare no meu jeito que canto
Que minha voz seja para você
Tão presa tão arrogante
Para teus ouvidos desmarcarem sentidos
Não fale de minha voz
Como se fosse preso pelo tempo
Pois quando canto eu canto
Para todos ouvir e sentir
O belo prazer de viver
Amando a liberdade
Quando eu canto, canto
Minha voz é um instrumento
De querer ver reagir pedir
Esse meu canto esse teu canto
Pois quando canto sente
A moralidade que desafia a cidade
Quando canto, canto
Quando canto do meu cantar
Quando eu canto, canto
Esse meu cântico
O sol nascente
Quase meio dia
Um homem perto do caus.
Ver que tenta ele fazer
No meio daqueles velhos
Nem imagina ele
Está para acontecer
De repente uma coisa sinistra
Aparece no ar
Do céu o que poderá ser
Veio com o passar das vagas
Tudo começou a apavorar
E o medo cobriu a cidade
Todos choraram por Deus
O que será?
De longe vem um louco
Quase morrendo
Dizendo que era
O sol nascendo
Sobre as asas do mundo
Criticas dos feridos
Amargo amargurado
Mal falado mal amado
Bem querido vem amar
Vem buscar desejar
Vem lança se saltar
Tens as coragens tens as correntes
Essa tal gente vem de frente
Conforme mais carentes mais doentes
Corre não consegue e morre
Param no meio do abismo
E assim começam a saírem
A se matam
Nessa tal espécie que se destroem
Nascem, morrem antes de nascer
Antes de crescer durante de crescer
Ser essa tal natureza
Que vive sempre a morrer
Sempre sem dizer o nada
Nas tantas coisas de louco
Que leva a natureza
Pouco a pouco a morrer
A Lucileyde
Um lado mais bonito
Do amor
Foi eu te amar
Um lado mais triste
Do nosso amor
Foi saber que você
Não me amava
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Não esqueça a natureza
Meu Deus para que tanta tristeza
Quem tem os olhos desse povo com a natureza
Se for preciso cantar
Para alegrar esse coração
Farei tudo para não desanimar
E todos comigo a cantar
Deixe a tristeza pra lá rapaz
Que o negócio é sambar
Não esquecemos a natureza
Que a ponto
Vai se acabando
Morrendo...
Como a um bicho do mato
Mais feroz
Enforcado pelas garras de todos
Talvez não esquecesse
E faremos tudo
Para ver um pouco de natureza
Com certeza
Morrer de amor

Quem nos teus olhos sabia
O que ela queria
Quem nos teus olhos ela gostava
Quem nos teus olhos caíra uma lágrima
Fria que caíra de aperto
Contra os seus seios
Quem o amava-a?
Virtudes
Virtudes eu me lanço
No horizonte sem fim
Vendo um trem
Deixando presença
Muito lá no além
Procuro virtude para o meu prazer
De ver essa natureza natural
Que surpreende de ver o verde
Agora talvez que não exista
Talvez sejam minhas virtudes
Só para pensar em me
Procuro sem ter tuas virtudes
Procuro e eu não encontro
Talvez com a minha felicidade
Que te deixo mais doída
Descontraindo o amor

Conserve a grande forma de falar
Calma quando vier se referir
A um amor por me
Não levante a voz
Ferindo o meu coração
De desejar-me com palavras loucas
Só para isso me maltratar
E me ver chorar
Venha traga palavras doces
Que tudo que a me dizer
Darei tudo para te em dobro
Para o nosso amor
Fábula do mundo de hoje (“Das: Pessoas”)
Às vezes reparo no mundo e vejo:
Pessoas cantando
O povo desejando
O desejo de amar
E vão-se começar tudo de novo
Que era verde
Ficou verde
Que era azul
Ficou azul
Que tinha sede
Agora tem água
Quem era do mal se acabou
O que era do mal terminou
Mas, no final do dia
Todos sabiam
Que no mundo
Plenamente mudou
As pessoas
Às vezes observo
O mundo e vejo
Pessoas cantando
Chorando
Desejando
Amando
Tudo se repete de novo
Que era verde
Ficou seco
Do azul a cinza
Da água a sede
O coração brotou o mal
Na humanidade o mau
Era um final
Todos sabiam
Que no mundo
Era fatal
Linda e pura menina

Quem vira a cabeça da menina
Com palavras frias e doces de amor?
Onde o perdão não sabe
Da paixão no coração da menina!
Numa saída Cristina
Imagina e se derrete!
De repente em todo amor
Julgando-se mais linda!
Quem vira a cabeça da menina?
Linda, pura e cheia de esperança!
De um apaixonar por ela chora
Para poder amar...

Solangy

Tudo parecia tão lindo
Como um céu de verão
Havia rindo do amor
No coração de Solangy
Longe da aqui
Onde numa esquina
Que a gente se encontra
Vamos se encontrar
Numa manhã para nós dois
Vamos nos amar
Mas, longos dias já passaram
Como longas as noites irão passar
A me perguntar
Vem ver a minha visão ao longe
Dos sonhos meus
Para os sonhos de Solangy
Que leva a vida ao longe
Separados
Oi como vai passando sem me
Do amor que nunca
Terminou entre nós
O meu amor
É que te amo
Como ninguém
Já tentasse te amar
Já tentasse viver
Esse nosso amor
Lado amar I
Não sei quando ao ar
Viverá, sofrerá
No entanto sofro tanto
Por não ter teu amor
Havia vida nos meus dias
No encanto já cantava
Cantava ainda no amor
Neste momento que te quero
Procuro-te
Com tudo no meu lado amar
Mais uma vez

À noite se passa
Os passos irão ficando
Nas minhas estradas de ilusão
Um perdão, um amor eu te peço
De tristeza e solidão
Fere cada vez mais
Machucando o meu podre ser
Por que será de nós dois
Por que será para de, pois
Por que será esta noite
Não vem
Minhas tristezas choram
Mas, ainda estou só
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